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MPF dá 48 horas para Facebook explicar retirada de 196 páginas

No ofício, o procurador da República Ailton Benedito diz que as informações são “imprescindíveis à atuação” do MPF em um inquérito, também aberto por ele, que apura se a rede social censurou publicações contra a exposição Queermuseu, em 2017. Por enquanto, o Facebook não é obrigado a atender ao ofício. Em caso de negativa, o MPF poderá recorrer à Justiça para que esta demande as informações da rede.

Nas redes sociais, Ailton Benedito já acusou o Facebook de ser o “comando de caça aos conservadores durante as eleições”. Procurado por VEJA antes da mensagem do MPF, a rede social afirmou que não revelaria os nomes das páginas e perfis excluídos, a maior parte deles ligados ao Movimento Brasil Livre (MBL), incluindo seccionais e lideranças do grupo.

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